ALÉM DE MÃES… MULHERES!

5 maio, 2020 | Batendo Papo, Blog, Dicas, Shopping, Specials | 0 Comentários

Ano passado, nessa mesma época de Dia das Mães, fiz uma live chamada “Mulheres Mães”. Aproveitei o momento em que os sentimentos maternais, suas aflições e amores, estão em maior evidência.

A ideia era falar sobre elas assumindo essa função específica de ser mãe. Meu objetivo era dar dicas de moda, trabalhar os pontos fortes e aliviar os fracos.

No entanto, me deparei com mulheres absolutamente sobrecarregadas com o “fardo de ser mãe”. A maternidade, que era para ser sinônimo de encanto e fascinação, havia se tornado um peso para muitas delas. Assim, assumir o papel materno resultava em um desgaste absoluto.

Talvez porque elas haviam se tornado APENAS MÃES.

Estavam tão reféns de um pensamento tabu, que prendiam-se a si próprias no âmbito moralista. Se aprisionaram àquilo que a psicanálise chama de castrador.

A rotina delas resumia-se única e exclusivamente aos filhos. Elas viviam somente para se dedicar a essa devoção. Dando remédios, banhos, proporcionando o soninho da tarde, produzindo almoços e jantares frescos. Tudo sem deixar faltar a sabedoria do manejo com as manhas e doando todo o seu amor incondicional.

Eram mulheres que exerciam somente essa função, fazendo da maternidade o único foco de suas vidas. Ela haviam deixado de lado a feminilidade, uma vez que não mais cabia a elas nem um segundo de vaidade. Renunciaram a cuidados como os de momento relaxantes, banhos tranquilos e até mesmo de relações sexuais.

Descobri que tais atividades, básicas para a saúde física e emocional de qualquer mulher, haviam se tornado itens de luxo. E então, o zelo por si mesma se transformou em mero “capricho”. Assim elas relataram suas experiências.

Valiosos cuidados! Mas quem cuidaria delas?

Quem observaria a profunda fadiga delas? Ninguém.

E talvez nem elas mesmas se observassem, ou desejassem isso. Talvez elas sequer se achassem merecedoras dessa atenção. Tudo isso, ainda somado a culpa imperdoável nos momentos de falha. Afinal, elas eram mulheres que haviam se tornado apenas mães!

Felizmente posso comprovar que ser mãe é a missão mais linda e emocionante da vida de uma mulher. Entretanto, está longe de ser o único desejo e necessidade que nós temos. Muito menos por sermos mulheres modernas, contemporâneas, urbanas, com o olhar no futuro.

Tempos atrás, quando as mulheres podiam apenas servir à família, pode ser que a função exclusiva de mãe as preenchesse. Viver apenas para cozinhar, limpar, tecer algum artesanato e cuidar de quem amavam as faziam felizes. Ou assim elas acreditavam.

Nos dias de hoje, com a liberdade de expressão o mundo abriu suas portas ao feminino. Existe, então, um leque imenso de questões profissionais, pessoais, familiares, íntimas e emocionais, aberto a elas! Agora, novas oportunidades são oferecidas livremente, fazendo com que elas possam se permitir a ser e sentir da maneira quiserem.

Mas o que aflige estas mães, então?

A prisão onde foram colocadas. Seja pela sociedade, pela educação familiar ou por termos em que elas mesmas se enquadraram. É o aprisionamento de regras que as ordenam, desde meninas, a crescer, parir e cuidar dessa cria. Apenas. E isso era tudo.

São os preceitos que exigem que elas sejam perfeitas, impecáveis, mães 24 horas por dia, “recatadas e do lar”. Que elas devem cuidar sempre dos assuntos de casa, da limpeza, da cozinha, das crianças, dos médicos e ponto final. Logo, era como se ela não existisse de fato.

Impossível não se entristecer ao descobrir em mulheres lindas e fortes, uma fraqueza tão triste. Saber que suas vidas estão marcadas por esse quê de opaco, sem nenhum viço. Ver que elas estão cansadas da tarefa interminável de servir e nunca poder fazer o mesmo para si.

Elas acordam e dormem de pijamas. Correm do trabalho para a reunião da escola, sem nunca se lembrarem do creme que cuida do rosto. Esquecendo daquele perfume preferido, do jantar a luz de velas e mais ainda da lingerie que valoriza seu corpo. Elas abandonam tudo que as fazem se amar mais.

Autoestima? Um verdadeiro erro, já que elas estão ali apenas para serem mães. Cuidar de si mesma seria, de novo, um capricho. Mães felizes são aquelas que servem os filhos e nunca a seus próprios desejos.

Mulheres que deixam de viajar, de encontrar o amor, de vestir uma roupa legal e se encantar por si mesma. Mulheres que não saem para dançar. Mães que não se permitem acordar mais tarde, deixando que o próprio filho leve o café da manhã na cama. Verdadeiras mulheres de aço que, mesmo quando estão sensíveis, não se deixam chorar diante dos filhos.

São mães que não aceitam e não pedem pela proteção deles. Mas por que não?

Que mulherão seria esse, que além de cuidar e amar incondicionalmente, ainda trata seu filho como parceiro? É a mãe que não se esqueceu que também é mulher, humana, um indivíduo com seus próprios desejos e angústias.

Portanto, é a mulher se abre sobre suas verdades femininas. Ela é capaz de dominar a situação quando sabe que o filho necessita de sua ajuda. Além de caminhar lado a lado com ele, quando sente que ele já entendeu o sentido da vida. Ela sabe que também pode solicitá-lo quando precisar.

É a mulher que entende que a melhor mãe do mundo é aquela que sabe quando não é necessária. Que reconhece quando o filho já é capaz se cuidar bem. Ela enxerga que já o ensinou a ter atitude, a ser generoso e útil. Quando ele já tem sua própria vida, é produtivo, amoroso e feliz! Ele já aprendeu, portanto, o mais importante de tudo.

Essa nova mulher-mãe começa a nascer nesses tempos também modernos. Quando sabe que o filho pequeno está em segurança, ela o deixa para poder passear, sem culpar-se por isso. Porque sabe que ele também depende da sua felicidade. E ela estando bem, ele estará naturalmente em harmonia.

Ela opta ou não por namorar e trabalhar. Escolhe suas roupas conforme seu estilo, decide seus planos ora incluindo filhos, ora entendendo o valor da sua individualidade. Essa mãe vai e retorna, mostrando ao filho, inclusive, que este é o curso da vida. Ensinando que mesmo quando ela for, ele pode confiar, pois ela sempre voltará.

Esse elo os fortalece e traz segurança. Faz desse filho parte de uma nova geração. Educa de uma forma a mostrar para ele sobre esse ser maior, de tamanho e de sabedoria. Faz com que ele enxergue vida, cor, brilho, movimento, felicidades e dores, como qualquer outro humano. Mostra seus desejos, incômodos, frustrações, sonhos e principalmente se revela… uma mulher!

MENU DE SOLUÇÕES DO #OLHARDAJANA PARA ESSAS MÃES

1. Você é a protagonista da história do seu filho

Parece que estamos espiritualizando demais o papo, mas calma! Não se trata de religião, crença nem do que já te cobraram até hoje.

Ao criar um serzinho com esse vínculo todo – físico e emocional – durante sua vida, mantemos uma fortaleza de sentimentos. Desejando você ou não.

Fato é que, se você está mal, ele também estará. Se seu astral está nas alturas, ele se sentirá bem, como por osmose. Ele capta desde sua motivação pela manhã, até aquele seu sonho se realizando, e percorre as pequenas e grandes coisas.

Resumindo: ainda restam dúvidas de que se você se cuidar de verdade, fará seu papel de mãe ainda mais brilhante?

Não se culpe. Curta, seja cada vez mais você, sem neuras, sem acreditar que está sempre devendo. Ele ama quando você pode se sentir assim e ser você mesma!

2. Se cuidar dará menos trabalho do que cuidar dele e a recompensa é tão prazerosa quanto!

Em vez de acreditar que cuidar da sua aparência será um fardo, pense nos frutos que estarão à sua espera.

Você pensa no que seu filho come, sente, faz, pretende e sonha. Você se preocupa com as mínimas necessidades dele, mas está entre as necessidades dele te ver bem. E linda, e radiante!

Parece menos pesado cuidar de si mesma quando você lembra de que nada é tão trabalhoso quanto gerar uma vida. Tomar conta dos cabelos, das unhas, do corpo, da sua saúde mental e até do seu trabalho. De modo algum isso é mais difícil do que nutrir, durante anos e anos, um novo ser. E sustentar não só com alimentos, mas com conversas, atenções, carinhos, parceria.

Desta forma, o que seria passar uma máscara no rosto? O que custa montar um look legal e passar um perfume que é a sua cara, num dia normal?

Observe-se com o mesmo cuidado com que não tira os olhos dele. E cuide-se com o mesmo zelo, perceba sua necessidade de sono bom, de se alimentar com calma. Saiba quando fazer umas comprinhas pra desintoxicar da rotina ou de namorar como a adolescente que já foi.

Tão pouco trabalho pra tanta satisfação! Topa tentar?

3. Eles vão voar. Mais cedo ou mais tarde. Lidar com isso pode ser uma tarefa leve!

Tenho certeza que seu impulso de ser apenas mãe vai ganhar uma nova dose quando souber disso: eles vão embora. Logo mais.

O tempo voa, parece absurdo dizer isso se seu filho é um bebê, ou se ele ainda tem 15 anos. “Ele nem pensa em casar, porque iria embora?”

Porque eles “vão embora” não só fisicamente, eles voam também em suas personalidades, em seus compromissos, desejos, objetivos, paixões!

Eles podem morar com as mães pelo resto da vida, mas serão donos de suas próprias histórias. Aprendem a ir e vir, dominam suas tarefas diárias, entendem o curso da vida, e que bom que é assim!

 

Que maravilhoso que agora seu papel está naturalmente estruturado, que ele cresceu e você está no famoso “ninho vazio”. Seu filho não necessita mais da sua ajuda pra comer, mas adora que você prepare algo para ele!

Ele não quer mais tomar banho juntos, nem que você o chame de bebezinho na porta da escola. Mas ele ama um carinho na cabeça e adora sua opinião sobre os assuntos que interessem a ele. Assim, ele ganha outro brilho nos olhos se você o orienta quando uma dúvida perturba seu coração.

Ele está pronto aqui no nosso enredo. E se aí, no seu, ele ainda não está, prepare-se para estar muito em breve! Só assim você poderá se libertar e curtir a você mesma e a ele. Desde muito mais cedo, com muito menos obrigações e muito mais leveza!

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